A escola é fundamental e cumpre um papel importante na formação acadêmica das crianças e adolescentes. Ela ensina matemática, português, ciências, história, prepara para provas, vestibular e ENEM. Esse conteúdo é necessário e ninguém questiona sua importância. Porém, muitos pais só percebem mais tarde que a vida adulta exige muito mais do que boas notas e conhecimento técnico.
No mercado de trabalho existe uma frase bastante conhecida: “contrata-se pelo currículo e demite-se pelo comportamento”. Isso acontece porque o conhecimento técnico abre portas, mas são as atitudes, os comportamentos e as habilidades humanas que sustentam uma carreira, relações profissionais saudáveis e resultados consistentes. E, segundo a pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Page Personnel feita em 2018 com aproximadamente com 1400 gestores de recursos humanos de empresas brasileiras, 9 em cada 10 demissões são devido ao comportamento. O comportamento empreendedor é o perfil que as empresas mais buscam em seus colaboradores.
A escola prepara, em grande parte, para avaliações individuais. A vida, porém, acontece em equipe. Saber cooperar, ouvir, se comunicar, lidar com conflitos e trabalhar com pessoas diferentes raramente é desenvolvido de forma prática e contínua no ensino tradicional. O mesmo acontece com a inteligência emocional. Pouco se ensina sobre lidar com frustrações, receber feedback, entender emoções, persistir após erros e transformar dificuldades em aprendizado.
Outro ponto crítico é a educação financeira. A maioria dos adultos aprende sobre dinheiro errando, muitas vezes tarde demais. Planejamento financeiro, orçamento, escolhas conscientes, noção de custo, valor e responsabilidade quase não fazem parte da rotina escolar. E isso impacta diretamente a vida pessoal, familiar e profissional.
Há ainda um tema essencial que costuma ser mal interpretado: vendas e comunicação. Todo mundo vende o tempo todo — ideias, projetos, opiniões e até o próprio trabalho. Em entrevistas de emprego, reuniões, apresentações, pedidos de aumento ou negociações, saber se comunicar e argumentar é decisivo. Mesmo assim, essas habilidades raramente são ensinadas de forma estruturada.
É nesse contexto que o empreendedorismo para crianças e adolescentes se torna tão relevante. Não se trata de abrir empresas cedo ou “adultizar” a infância e adolescência, mas de desenvolver uma mentalidade empreendedora: autonomia, proatividade, responsabilidade, visão de soluções, empatia, comunicação, finanças, vendas, sustentabilidade, inteligência emocional, enfim, o protagonismo da própria vida.
Dentro de casa, os pais têm um papel essencial. Pequenas atitudes fazem grande diferença: estimular o filho a pensar em soluções em vez de apenas reclamar, negociar regras com argumentos, ajudar a lidar com frustrações de forma consciente e criar experiências práticas simples. Uma miniempresa em família, como vender brigadeiro, criar uma marca, calcular custos, definir preço e lucro, pode gerar aprendizados profundos de educação financeira, comunicação e responsabilidade.
A escola entrega a base acadêmica. A educação empreendedora, com pequenas ações diárias, pode complementar essa formação e preparar crianças e adolescentes para a vida real, para o trabalho e para o futuro, formando protagonistas da própria história.
A Eu S/A Escola de Empreendedorismo já formou mais de 1.000 alunos empreendedores em seus quase 7 anos de existência, por isso, se você quer preparar o seu filho(a) para a vida, venha conhecer o nosso trabalho.
Um abraço e até o nosso próximo encontro.
Evandro Conti
Eu S/A Escola de Empreendedorismo
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